(digressão: Rubi é ruiva e bruta. Eu, particularmente, não gosto dela)
— Eu vou sozinha, ouviu?! Eu vou sozinha! – sentia uma pequena satisfação em pensar que havia machucado a mãe. Desfez raivosamente a trança que lhe caía sobre as costas enquanto abaixava-se sobre o tapete, e, de quatro, tateava o chão à procura das sandálias, se esforçando para reconhecer os borrões destas. A mãe, ainda ao chão, entregou-lhe a sandália que procurava. Rubi pegou esta com força, com raiva. Pronunciou, emburrada, enquanto vestia a sandália:
— Eu sei fazer as coisas sozinha. Não precisa ficar me seguindo. Por que você não vai lá com o pai?
Margarida levantou do chão e, sem nada dizer, voltou para o quintal e continuou a macerar a massa. Sempre levantava os olhos da tarefa ao entrever Rubi passando pela sala, tateando algo no quarto ou parando na janela, para usar a luz do sol como ajuda pra reconhecer o que tinha nas mãos.
continua…
Até que enfim você colocou o final da estória!!!!hihi
Por acaso eu entendi direito? A Rubi é cega?
Se for, não era nada do que estava pensando…
Beijocas!!!
Camis, hihi, não é nem metade da história. É um texto bem grande, vai sumir e voltar pelo blog… tem chão ainda.
(thanks pela constante-sempre presença)
:)
Ah! Você quer me matar de curiosidade!!!! Isto não é justo… Você não quer me mandar o texto todo por e-mail para acabar com esta agonia e eu ter exclusividade sobre o conteúdo desta estória???? rsrsrs
Beijocas!!!!
(you’re welcome!!! gosto dos seus textos…)